"Como fruta colhida ainda verde ou uma flor cortada antes de se abrir, as nossas tentativas de apressar o tempo de Deus pode estragar a beleza de Seu plano para a nossa vida. Só porque algo é bom, não quer dizer que devemos buscá-lo neste exato momento. Temos que nos lembrar que A COISA CERTA NO TEMPO ERRADO, É A COISA ERRADA." (Eu Disse Adeus ao Namoro - Joshua Harris)
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Interests: *Minha vida era como uma noite salpicada de estrelas, a escuridão era as minhas tristezas e as estrelas eram os pedacinhos de felicidade que vivi ao longo da minha vida, elas tinham um brilho tão intenso que me faziam ver que apesar de tudo,a vida tinha valido a pena. Um dia o Sol entrou em minha vida e sua luz iluminou toda essa escuridão.Agora, vivo apenas da felicidade e do calor que este pode me oferecer.* Quando você não tem Deus no coração, sua vida é como a noite salpicada de estrelas,quase tudo é tristeza e há apenas alguns pontinhos de felicidade,quando Ele entra no seu coração,tudo se ilumina,tudo se torna perfeito e você consegue perceber o quanto a vida é maravilhosa. by -Jeanne-


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Wednesday, November 11, 2009

Depois de muitos meses... Atualizando meu xanga com uma mensagem bem antiga, mas que vale a pena sempre ser lembrada!

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Moral da história:
Nada nesta vida é por acaso !
Muitas vezes queremos nos livrar da "cruz"  que nos é dada.
Mas para tudo tem um ' para que' e um ' por que '...
Deus nunca nos manda algo que não possamos suportar...

 E se formos abreviar estes caminhos, certamente teremos problemas !

Boa noite...!


Monday, August 10, 2009

HOMENS, SEGUNDO VINÍCIUS DE MORAIS

HOMENS, SEGUNDO VINÍCIUS DE MORAIS:
 

 

Os homens bons, são feios.
 

Os homens bonitos, não são bons.
 

Os homens bonitos e bons, são gays.
 

Os homens bonitos, bons e heterossexuais, estão casados.
 

Os homens que não são bonitos, mas são bons, não têm dinheiro.
 

Os homens que não são bonitos, mas que são bons e com dinheiro, pensam que só estamos atrás de seu dinheiro.
 

Os homens bonitos, que não são bons e são heterossexuais, não acham que somos suficientemente bonitas.
 

Os homens que nos acham bonitas, que são heterossexuais, bons e têm dinheiro, 

são covardes.
 

Os homens que são bonitos, bons, têm dinheiro e graças a Deus são heterossexuais, são tímidos e  NUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO!
 

Os homens que nunca dão o primeiro passo, automaticamente perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa.
 

AGORA...
 
QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?
 


 

Moral da História: 

" Homens são como um bom vinho. Todos começam como uvas, e
 

é dever da mulher pisoteá-los e mantê-los no escuro até
 

que amadureçam e se tornem uma boa companhia pro jantar "


'Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas.'


 
Vinicius de Morais


Wednesday, August 05, 2009

E pensar que eu fico o dia todo reclamando da porcaria do meu trabalho...!
Tem gente em situações muito piores! Que triste...!
Vejam vocês mesmos, o vídeo já diz tudo!


Hoje trabalhei até tarde...! Estava com tanto sono e tão cansada que não aguentei, acabei tomando um monte de copo de café. Resultado: estou passando mal...! Ai...
Parei de reclamar...!!

Obs: Ô, joguinho triste esse do Corinthians x Náutico! Hehehehe...não quero mais assistir!


Tuesday, August 04, 2009

Quatro mães católicas estão tomando um chá.
A primeira mãe, querendo impressionar as outras diz:

- Meu filho é padre.

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Quando ele entra em qualquer lugar todos se levantam e dizem: "Boa tarde, Padre!"

A segunda mãe não fica para trás e comenta:
- Pois meu filho é bispo.

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Quando ele entra em uma sala, com aquela roupa, todos param o que estão fazendo e dizem: "Sua bênção, Bispo!"

A terceira mãe, calmamente, acrescenta:  
- Pois o meu é cardeal.

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Quando entra em uma sala todos se levantam, beijam o seu anel e dizem: "Sua bênção, Eminência!"

A quarta mãe permanece quieta...
Então, a mãe do cardeal, só para provocar, pergunta:
- "E o seu filho, não é religioso?"
A quarta mãe responde:
- Meu filho tem 1,90 m, é bronzeado, com olhos verdes, pratica musculação e trabalha como stripper.    
Quando entra numa sala, todo mundo olha e diz:
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"MEEEEEEEUUUUUUUUUUU DEEEEUUUUSSSS!!!!!!"


Thursday, June 18, 2009

Greve na USP

Como todos sabem, a USP está em greve a um mês. Nunca me importei muito com essas coisas e nunca corri atrás para entender o que acontece. Para mim, greve não é a melhor saída para resolver alguma coisa. Por isso, sempre me mantive fora desse tipo de assunto na faculdade.

Porém, hoje, uma amiga me enviou um link com o manifesto dos alunos da turma de Alemão da FFLCH. O manifesto é sobre um lamentável incidente que aconteceu semana passada e que, até então, eu só havia ouvido falar. Ao ler o manifesto, não pude deixar de sentir vergonha pelos grevistas, vergonha por muitos deles fazerem parte da mesma faculdade que eu e agirem de forma tão irracional. Tive que me manifestar! Segue o texto na íntegra:

 

Postado por Catia P.

Manifesto dos alunos em repúdio ao incidente envolvendo a turma do período noturno da disciplina FLM0305 Introdução à Tradução do Alemão I no dia 09.06.2009

São Paulo, 11 de Junho de 2009. 

Este último dia 09 foi um dia triste na história da Universidade de São Paulo. Presentes ou não, todos nós da comunidade USP vimos o poder da força tomando o lugar do poder das palavras: o diálogo foi negado a favor da violência.

O diálogo, entretanto, manteve-se presente na disciplina FLM0305 Introdução à Tradução do Alemão I durante todo o curso. A viabilidade para realização da prova no dia 09.06, marcada anteriormente ao estabelecimento da greve, e a própria disposição ou não dos alunos em a realizarem também estiveram inclusas em nossos diálogos por meio do fórum de discussões do sistema Moodle (http://moodle.stoa.usp.br). Várias possibilidades foram abordadas e a decisão final foi: quem quisesse ir fazer a prova, que fosse, e quem não quisesse ir ou tivesse o acesso impedido faria uma prova alternativa via Moodle em data ainda a ser definida. A escolha ficou a critério dos alunos, que de maneira alguma seriam prejudicados pelo não-comparecimento. Segundo consta no Júpiterweb há 24 estudantes matriculados nessa matéria no período noturno – 12 alunos compareceram para a prova.

Próximo ao término da prova, por volta das 20:44 horas, nós, estudantes, de dentro da sala, ouvimos alguém gritar “Hitler!” três vezes. Apesar de que pelo bom-senso ou conhecimento de mundo mínimo parecer desnecessário relatar tal atitude como ofensiva, parece-nos melhor esclarecer que a alusão a um dos maiores genocidas da história da humanidade para uma turma que por vontade própria está realizando uma prova é, para dizer pouco, repugnante. Mas, ainda, falar isso para uma turma de Alemão é de um generalismo absurdo, ignorante e inaceitável. Os estudantes de Letras poderiam lembrar-se (ou conhecer) as palavras do poeta judeu de língua alemã nascido em Czernowitz, que teve os pais mortos pelo regime nazista e foi submetido a trabalhos forçados no campo de concentração: “A língua permanece intacta, sim, apesar de tudo” (adaptação do original).

Pouco tempo após isso, diversos estudantes abriram a porta para “falar sobre o que havia ocorrido na universidade”. Não foi uma tentativa de dialogar ou argumentar sobre a legitimidade de nossa presença em sala: foi uma série de insultos, baderna e julgamentos de caráter. Os alunos da sala se manifestaram dizendo que estavam lá porque queriam e que aqueles que não estavam presentes, ao contrário do que se gritava (afirmando que estávamos lá “sob coerção de nota”), não sairiam no prejuízo. Cada um como indivíduo pensante, como adultos que somos, estávamos lá exercendo aquele direito que a nossa sociedade ocidental tem como supremo: o direito de livre-arbítrio. Não seria esse o momento dos alunos que se dizem “a favor da democracia” respeitarem o direito de seus semelhantes? O fracasso do diálogo fez com que alguns alunos do Alemão tentassem fechar a porta: medida irrealizável e tomada à flor das emoções.

Por fim, o que puderam fazer doze alunos quando cerca de cem, mais ou menos, alunos histéricos (fazendo uso aqui da acepção proposta no Dicionário Houaiss “comportamento caracterizado por excessiva emotividade ou por um terror, pânico”) os obrigam, por meio de intimidação verbal e gritaria, a deixarem a sala de aula? – Sair.

Assim, saímos. Cinco alunos acompanharam a professora até a sala dela para discutir o que tinha acabado de acontecer e também porque temiam maiores retaliações direcionadas à professora. Ao perceberem isso, os estudantes chegaram a mais uma conclusão infundada: os alunos estariam indo para terminar a prova, “bando de puxa-sacos”. Eles vieram atrás desses alunos e da professora, que, temendo pela integridade física dos mesmos, trancou a porta de sua sala. Nisso, os estudantes começaram a bater com excessiva força na porta, como que tentando derrubá-la, e desligaram a luz do andar inteiro. Sentimento dos que estavam lá dentro? Perplexidade. Vinte ou trinta minutos depois os estudantes foram se dispersando e os vigilantes do prédio apareceram para ligar a luz e acompanhar os que estavam dentro da sala até a saída do prédio. Os alunos e a professora saíram, então, chocados, assustados, tristes.

Foi dada como justificativa da ação a alegação de uma suposta aluna do Alemão ter sido agredida (levado um tapa na cara) pela professora. Isso é uma mentira e uma calúnia. Quem era do Alemão, repetimos, estava lá porque queria: teve direito de escolha. O fato dos estudantes terem reagido sem o menor conhecimento de causa, sem tentar averiguar o ocorrido só mostra como uma inverdade é capaz de manipular muita gente.

O que fica dessa história toda? Repúdio. Repúdio pela ação autoritária, agressiva e ofensiva dos estudantes com a turma de FLM0305 Introdução à Tradução do Alemão I. Repúdio por no prédio de Letras da “maior universidade do Brasil” o diálogo não ter sido estabelecido, pelo valor da palavra como solucionadora de conflitos não ter sido aceito. E ainda: repúdio pela não-superação dos métodos autoritários e repressores por parte dos estudantes, que, alegando serem esses os métodos da PM, foram, neste caso, os próprios propagadores da irracionalidade e do desrespeito ao indivíduo. Tivesse vindo uma abordagem dessas de um grupo que se reconhece intransigente, seria outra coisa. Mas vindo de pessoas que dizem defender a democracia, o diálogo e, não obstante, os estudantes, é simplesmente inaceitável.

Os argumentos de que houve uma assembléia para votação da greve e que a maioria votou pelo “sim” não convencem. Assembléia em que algumas centenas de estudantes comparecem para um curso que tem mais de cinco mil estudantes não é representativa. Procuremos outros meios, usemos a tecnologia a nosso favor, há formas de incluir aqueles que não têm disponibilidade de estarem presentes em todas as assembléias. Mas não declarem o favoritismo a uma greve por contraste. E não nos obriguem a aceitar isso. Nós sabemos que ao optar por fazer a prova estávamos, inevitavelmente, nos posicionando contra esta greve, mas não tínhamos sido avisados que a mobilização em favor de uma determinada ideologia é compulsória. Preferimos acreditar na autonomia da escolha do indivíduo. Nós lamentamos a truculência da polícia com os estudantes e nos posicionamos, também, contra isso. Porém, não admitimos que o nosso direito de escolha seja desrespeitado. Quando se tira o direito de escolha de alguém, tira-se sua alma. E não aceitamos que ninguém, nem mesmo os estudantes da Universidade de São Paulo, faça isso conosco. 

Este manifesto foi organizado e apoiado por parte dos alunos da disciplina em questão. Todos os alunos matriculados na matéria foram informados via e-mail sobre feitura do manifesto e receberam previamente uma cópia do mesmo. Nenhum aluno, até momento, se posicionou contrário à publicação desse texto. 

 Sem mais,

 Alunos da disciplina Introdução à Tradução do Alemão ILetras – FFLCH/USP



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